quinta-feira, 17 de abril de 2014

Países da copa

Nigéria


República Federal da Nigéria (em inglês: Federal Republic of Nigeria) é um país localizado à África Ocidental, com um território de  923.768 km2, um pouco maior que o estado de Mato Grosso. País mais populoso do continente africano, com pouco mais de 170 milhões de habitantes, sua capital é Abuja, que como Brasília, foi planejada, tornando-se centro administrativo do país em 1991. As fronteiras da Nigéria são o Golfo da Guiné a sudoeste, Benim a oeste, Níger ao norte, Chade a nordeste e Camarões a leste. A língua oficial é o inglês, sendo o hausa, o ibo e o iorubá importantes línguas nacionais faladas no cotidiano, além de outras centenas de línguas (527 no total). O islã, o cristianismo e crenças locais são as principais religiões seguidas na Nigéria, sendo que o norte é predominantemente muçulmano e o sul abriga a maioria dos cristãos; os praticantes das religiões tradicionais distribuem-se esporadicamente pelo interior tanto do norte quanto do sul do país.
O capítulo mais antigo da história da Nigéria localiza-se por volta de 800 a.C., quando o povo Nok, civilização do neolítico e da idade do ferro se estabelecem na área de Jos (norte do país). É por volta do século XI que se tem notícia do estabelecimento de cidades-estado, reinos e impérios importantes, incluindo os reinos Hausa e a dinastia Borno ao norte, e os reinos de Oyo e Benin ao sul.
Em 1472 os portugueses são os primeiros europeus a chegarem à região, dando início ao estabelecimento de vários entrepostos comerciais e ao tráfico de escravos.
No século XIX, o comércio de outras commodities, em especial do óleo de palma e da madeira substituem o tráfico de escravos, tendo mérito nisto também a ação da marinha britânica em perseguir e desbaratar o comércio escravagista. Na segunda metade do século os britânicos vão consolidando o domínio sobre o país, estabelecendo protetorados nas metades norte e sul da Nigéria. Em 1914, os dois protetorados são unificados na chamada Colônia e Protetorado da Nigéria, onde em algumas áreas é estabelecida administração direta inglesa e em outras os europeus são representados pelos monarcas africanos locais.
Tal situação permanece até 1 de outubro de 1960, quando a Nigéria conquista sua independência. Desde o início, a jovem república sofre com a instabilidade política, que atinge seu auge em 1967, quando três estados do leste decidem se separar do país, formando a República de Biafra, iniciando um conflito com o governo em Lagos. A sangrenta guerra termina três anos depois, marcada pela grande violência de ambos os lados.
Em 1975, começam os projetos de mudança de capital para Abuja, e no ano seguinte, o assassinato do presidente brigadeiro Murtala Ramat Mohammed e a ascensão pela primeira vez do tenente-general Olosegun Obasanjo marcam o início da Segunda República. As alegações de fraudes, protestos políticos e golpes de estado seguem por toda a década de 80 até a tomada de poder do general Sani Abacha, que exercerá o poder até sua morte, em 1998. O ex-presidente Obasanjo é eleito em 2003, e em 2006 é proibido pela suprema corte do país de se reeleger. Ainda hoje a Nigéria vive episódios de tensão étnica, política e social que emperram o maior progresso deste país que é um dos maiores produtores de petróleo do mundo.Características climáticas da Nigéria

O clima predominante no território nigeriano sofre influências diretas dos efeitos provocados pela maritimidade. Nas áreas próximas ao litoral sul a temperatura máxima é de 32ºC, composta por uma alta umidade relativa do ar e índices pluviométricos relativamente elevados e bem distribuídos durante todo o ano. No centro do país o período chuvoso ocorre de abril a outubro, já a época da seca desenvolve de novembro a março, nessa as temperaturas são elevadas e podem superar os 38ºC. Ao norte, a seca permanece por um período maior, cerca de oito meses, fenômeno provocado pela influência dos ventos secos e quentes originados no Deserto do Saara.

Economia da Nigéria

A economia nigeriana era baseada na produção agropecuária, principalmente no cultivo de cacau, café, amendoim, banana e azeite de dendê, todos com finalidade de exportação.

A produção de alimentos não acompanhou o crescimento populacional, então o país recorreu à importação para suprir as necessidades internas.

O país possui jazidas de diversos minérios, mas o principal é o petróleo, esse recurso mineral responde, atualmente, por 20% do Produto Interno Bruto, 95% das exportações e 80% da receita nacional.

O setor industrial ainda é discreto, mas as empresas já existentes e atuam, principalmente, no segmento de bebidas, fumo, equipamentos de transporte e automóveis, produtos químicos, têxteis e alimentos, o parque industrial nigeriano está localizado nas cidades litorâneas.

Informações gerais sobre a Nigéria: 

Área: 923.768 km2.

Capital: Abuja.

Idioma: Inglês como oficial, além de outros praticados, como haussá, ibo e ioruba.
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,423 (baixo).
Religião: 40% cristianismo, 50% Islamismo, 10% religiões diversas.

Moeda: Naira.
DADOS E INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
País que Pertence: Nigéria
Região
: região central do território nigeriano
Território: Território da Capital Federal
Divisão administrativa: 5 distritos
População: 
776.298 (2008)
Área (em km²): 713 
Densidade Demográfica (habitantes por km²):
 1.088
Altitude: 620 metros
Principais Atividades Econômicas: indústria, serviços, comércio e finanças
Vegetação predominante: savana e florestas tropicais
Temperatura média anual: 20°C
Clima: tropical
Índice Pluviométrico anual: 800 mm
PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS
- Millennium Tower
- Complexo presidencial da Nigéria
- Aso Rock (residência oficial do Presidente da Nigéria)
- Rock Zuma
- Torres NNPC
- Distrito Central
- Maitama Distrito
- Millennium Park
- Biblioteca Nacional
- Castelo da Lei
- Centro Nacional Ecumênico
- Estádio de Abuja
- Velódromo
- Ladi Kwali - Centro Olaria

Pontos turisticos 

calabar

parque nacional de yankira

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quinta-feira, 10 de abril de 2014


Países da copa

Chile

 

O navegador português Fernão de Magalhães, a serviço do rei da Espanha, foi o primeiro europeu a visitar o país que, hoje, conhecemos como Chile. Magalhães desembarcou na ilha de Chiloé, em 1520. Pedro de Valdivia, enviado por Carlos V, estabeleceu várias colônias, entre elas Santiago de la Nueva Extremadura (1541), Concepción (1550) e Valdivia (1552).
Os mapuches (maior tribo indígena do Chile) resistiram bravamente à colonização espanhola, principalmente na região sul, onde, em 1598, na batalha de Curalaba, venceram e mataram Pedro de Valdivia e a muitos dos seus companheiros. Esta vitória indígena levou à destruição de cidades sulinas como Valdivia e Osorno.
Da mesma forma que em toda a América católica, a igreja, em colaboração com o poder real, teve um importante papel na organização da sociedade colonial. As ordens religiosas criaram igrejas e escolas, além disso, os jesuítas tiveram atividades empresariais, como fazendas administradas de forma eficiente.
No período colonial, a economia do Chile não se desenvolveu muito, graças a pouca população e às travas que o império espanhol impôs. A Espanha não alavancou a indústria de manufaturados, no Chile, a fim de comercializar produtos europeus. Assim, as principais atividades foram relacionadas ao gado e seus derivados, produção de couros e de sebo, e lavouras como, por exemplo, a de trigo. Ao Chile só foi permitido cunhar sua própria moeda no final do século XVIII.
Entre 1810 e 1818 a colônia, então chamada de Reino do Chile, separou-se da Espanha e formou um governo independente. Ao fazê-lo, o Chile formou parte de um processo que abarcou quase a totalidade das colônias espanholas na América (só Cuba e Porto Rico permaneceram no império). Na maior parte dos casos, a separação das colônias se deu através de luta armada. O movimento da independência do Chile, liderado por Bernardo O’higgins, ocorreu no dia 12 de fevereiro de 1818.
A partir de 1831, o Chile passou por uma etapa de relativa estabilidade na sua vida política, situação diferente dos outros países latino-americanos. Isto aconteceu devido ao êxito da política exterior deste período, no qual o Chile ganhou duas guerras. A primeira foi a guerra contra a federação formada por Peru e Bolívia (1837-1839) que, embora não tenha propiciado conquistas de territórios, deu ao Chile o controle do comércio no Pacífico sul. A segunda guerra foi a do Pacífico (1879-1883) foi também contra o Peru e a Bolívia, desta vez como países separados e deu ao Chile a conquista da região mineira do norte, fator crucial para seu desenvolvimento. O Chile passou por uma guerra civil (1891) que durou nove meses e deixou 10.000 mortos.Depois de 1891 começou a era do salitre, que representava, naquela época, mais de 80% das exportações.
Após o parlamentarismo (1891-1925), o Chile adotou o presidencialismo, que dura até hoje. Em 1973, houve um golpe militar (financiado pelos EUA) que levou ao poder um ditador chamado Augusto Pinochet Ugarte. Pinochet governou até 1990 e foi responsável pela remoção do único presidente marxista, eleito através do voto direto, de que sem tem notícia: Salvador Allende Gossens. Durante este período de ditadura, muita gente foi morta e muitos tiveram de partir para o exílio.
Atualmente o Chile tem um governo democrático e uma economia tida como uma das melhores do continente americano.


DADOS E INFORMAÇÕES SOBRE A BANDEIRA DO CHILE:

A bandeira do Chile é composta por uma listra branca na parte superior e uma vermelha na inferior. As duas listras são do mesmo tamanho. Na parte superior esquerda há um quadrado azul com uma estrela branca de cinco pontas no centro.
A bandeira do Chile foi adotada oficialmente no dia 18 de outubro de 1817.
A cor vermelha simboliza e homenageia os bravos chilenos que morreram durante a guerra de independência. A cor branca representa a neve que há no topo das montanhas da Cordilheira dos Andes. A cor azul simboliza o céu, enquanto a estrela representa o unitarismo da República Chilena. 

DADOS PRINCIPAIS
ÁREA: 756.626 km²
CAPITALSantiago do Chile
POPULAÇÃO: 17,09 milhões (estimativa 2010)
MOEDA: peso chileno
NOME OFICIAL 
: República do Chile ( República de Chile) 
NACIONALIDADE: chilena
DATA NACIONAL: 18 de setembro (Dia da Independência do Chile). 
GOVERNO: República Presidencialista
PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Sebastián Piñera
DIVISÃO ADMINISTRATIVA: 14 regiões e uma área metropolitana
HINO DO CHILE
 Brasão de Armas do Chile

GEOGRAFIA DO CHILE:
LOCALIZAÇÃOsudoeste da América do Sul
FUSO HORÁRIO:  - 1 hora em relação à Brasília
CLIMA DO CHILE
 : de montanha (interior), árido tropical (litoral N), mediterrâneo (litoral centro), temperado oceânico (litoral S).
RIOS PRINCIPAIS: Rios Loa, Elqui e Aconcágua.

CIDADES DO CHILE (PRINCIPAIS)
Santiago do Chile, Concepción, Puente Alto, Viña del MarValparaíso, Talcahuano, Antofagasta
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO:
 europeus ibéricos e eurameríndios 95%, ameríndios 3% (arauncãs e aimarás), outros 2%.
IDIOMAS: espanhol (oficial)
RELIGIÃOcristianismo 87,5%, agnosticismo 7,7%, ateísmo 2,4%, outras 2,4%.
DENSIDADE DEMOGRÁFICA22,58 hab./km2 (estimativa 20010)
CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO1,4% ao ano (1995 a 2000)
TAXA DE ANALFABETISMO:  3,5% (em 2007).

RENDA PER CAPITA:  US$ 18.400 (estimativa 2012)
IDH: 0,819 (Pnud 2012) - desenvolvimento humano muito alto
ECONOMIA DO CHILE :
Produtos Agrícolas:
 trigo, aveia, cevada, milho, feijão, beterraba, alho, uva, semente de colza, semente de girassol
Pecuáriabovinos, suínos, ovinos, aves
Mineraçãomanganês, chumbo, carvão.
Indústria
alimentícia e metalúrgica.
PIB
US$ 319,4 bilhões (estimativa 2012)
RELAÇÕES EXTERIORES:
Aliança do Pacífico, APEC, Banco Mundial, FMI, Mercosul (membro associado), Gurpo do Rio, OEA, OMC, ONU.

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Países da copa

Colómbia


A Colômbia pré-colombiana

Mais de doze culturas habitaram o território colombiano antes da conquista e deixaram testemunho do elevado nível de desenvolvimento que atingiram. Cidades e caminhos de pedra, estátuas, urnas funerárias e refinadas peças de ouro e cerâmica fazem parte da herança que hoje nos permite conhecer sua forma de vida e crença.
Os muiscas, situados no planalto cundiboyacense, eram um povo de agricultores. Foram excelentes ourives e oleiros e deixaram incalculáveis tesouros. O mito do El Dorado, que inspirou a conquista do interior do continente, teve sua origem na cerimônia de investidura do novo cacique que, cobertos de ouro, dirigia-se numa balsa para o centro da lagoa de Guatavita acompanhado de seus sacerdotes.
A olaria e ourivesaria também se destacam nas culturas Quimbaya, Sinú, Tayrona e Calima. Suas obras podem ser apreciadas no Museu do Ouro do Banco da República, no Museu Arqueológico Casa do Marqués de San Jorge e no Museu Nacional, em Bogotá; no Museu da cultura Quimbaya em Armênia; no Museu da cultura Tayrona em Santa Marta e no Museu da Cultura Sinú em Cartagena. Em galerias especializadas se podem adquirir réplicas elaboradas com as mesmas técnicas que utilizaram os grupos indígenas.
Antes da chegada dos espanhóis às Américas, a região onde hoje está Colômbia era habitada por várias tribos indígenas que haviam atingido um bom nível de desenvolvimento, destacando-se a tribo muiscas, conhecidos também como chibchas.
Os primeiros espanhóis a pisarem em terras colombianas foram Alonso de Ojeda e João da Cosa em 1499. Posteriormente, várias expedições passaram pela região litorânea, até que, em 1525, foi fundada a primeira cidade da Colômbia: Santa Maria. Cartagena foi fundada oito anos depois, em 1533. Em 1538, Gonzalo Jiménez de Ojeda, após derrotar os índios chibchas, fundou a cidade de Santa Fé de Bogotá, e deu um nome ao país que se formava: Nova Granada. A região, rica em minerais, esteve sempre na mira dos piratas (corsários), e anos depois, dos franceses e ingleses.
Até 1717, a região da então Nova Granada era dependente da administração de Lima, no Peru. A partir desse ano, Bogotá passou a ser a capital de um novo vice-reinado, o vice-reinado de Nova Granada, que agregava os territórios correspondentes aos atuais Panamá, Equador, Venezuela e Colômbia.
Em 1811, Simón Bolívar, militar e político, proclamou a independência da então Nova Granada. Devido à resistência dos espanhóis, somente em 1819, foi criada a República da Colômbia, foi promulgada a primeira constituição, e Simón Bolívar foi declarado presidente. Em 1821, a região era chamada de Grã-Colombia, sendo que a liderança dessa grande área era de Simón Bolívar.
A partir de 1830, com a morte de Bolívar, Equador e Venezuela se tornaram independentes. A independência do Panamá ocorreu em 1903.
Em 1849, são formados os dois partidos políticos colombianos: o Liberal e o Conservador. A rivalidade entre eles deu inicio a uma guerra civil em 1899, conhecida como a Guerra dos Mil Dias, que teve fim em 1903. Instaurou-se então um período de relativa paz.
Em 1948, com o assassinato do líder liberal Jorge Eliecer Gaitán, explodiu novamente a rivalidade entre liberais e conservadores. A violência teve inicio em Bogotá e se espalhou pelo interior do país, levando milhares à morte. O conflito levou os partidos rivais a um acordo. Os líderes deram respaldo a um golpe militar (1953 e 1958) e resolveram que o poder seria compartilhado.
Porém, alguns líderes liberais que viveram a violência, nas décadas de 30 e 40, insatisfeitos com o acordo, instituíram as Forças Armadas da Colômbia (Farc), em 1964.
Após as Farc, outras organizações de guerrilheiros foram fundadas, como o Exército de Libertação Nacional (ELN) e o Movimento revolucionário 19 de abril (M-19). Atualmente o M-19 é um partido político.
A partir dos anos 70, os Cartéis do Narcotráfico se estabelecem na Colômbia, implantando um poder paralelo. O país passou a produzir cocaína em grande escala na década de 80, já em parceria com as Farc.
A luta contra o narcotráfico é iniciada em 1984. Na década de 90 os Estados Unidos se envolvem na guerra contra o narcotráfico, caçando os lideres dos cartéis. Na época foi preso o narcotraficante, líder do cartel de Medellín, Pablo Escobar.
Atualmente, a Colômbia é a maior produtor de cocaína do mundo, abastecendo principalmente os Estados Unidos. As Farc dominam cerca de 20% do território colombiano, e conta com aproximadamente 17 mil guerrilheiros.

DADOS PRINCIPAIS:
Área1.141.748 km²
CapitalBogotá
População: 45,2 milhões de habitantes (estimativa 2012)
Moeda: Peso colombiano 
Nome Oficial
:  República da Colômbia
Nacionalidade: colombiana
Data Nacional20 de julho - Dia da Independência
GovernoRepública Presidencialista
Presidente da República: Juan Manuel Santos
Divisão administrativa: 32 departamentos e o distrito da capital.
brasão da Colômbia Brasão de armas da Colômbia

GEOGRAFIA:
Mapa da Colômbia
Localização: noroeste da América do Sul
Cidade PrincipaisBogotá, CaliMedellínBarranquilla e Cartagena.
Densidade Demográfica: 39,5 hab./km2
Fuso Horário: - 2h
Clima: De montanha (região central) e equatorial (
leste e região litorânea).
DADOS CULTURAIS E SOCIAIS:
Composição da População: eurameríndios 58%, europeus ibéricos 20%, eurafricanos 14%, afro-americanos 4%, ameríndios 1%, outros 3%
Idioma
:  Espanhol (oficial)
Religião
cristianismo 95,2% (católicos) e outras religiões 4,8%
IDH: 0,719 (Pnud 2012) - elevado
Gini (ano 2006) - 58.5 (alto)
Expectativa de vida ao nascer
74,8 anos (estimativa 2012)
Taxa de alfabetização
90,5% da população (Censo 2055)

ECONOMIA:
Produtos Agrícolas:  café (principal), cacau, cana-de-açúcar, tabaco, banana, arroz, mandioca e batata
Pecuária: caprinos, eqüinos, bovinos, suínos e aves.
Mineração:  petróleocarvão mineral, gás natural, níquel, ouro e pedras preciosas.
Indústria
: alimentos, roupas, bebidas, máquinas e transportes.
Renda per capita:  US$ 10.700 (estimativa 2012).
PIB: US$ 500 bilhões (estimativa 2012)
RELAÇÕES INTERNACIONAIS:
Aliança do Pacífico, Banco Mundial, Comunidade Andina, FMI, Grupo do Rio, Mercosul (membro associado), OEA, OMC e ONU.

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quinta-feira, 3 de abril de 2014


Países da copa

Grécia


Introdução 
A civilização grega surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâneo, por volta de 2000 AC. Formou-se após a migração de tribos nômades de origem indo-europeia, como, por exemplo, aqueusjônioseólios e dórios. As pólis (cidades-estado), forma que caracteriza a vida política dos gregos, surgiram por volta do século VIII a.C. As duas pólis mais importantes da Grécia foram: Esparta e Atenas.
Expansão do povo grego (diáspora) 
Por volta dos séculos VII a.C e V a.C. acontecem várias migrações de povos gregos a vários pontos do Mar Mediterrâneo, como consequência  do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundam colônias, na parte sul da Península Itálica e na região da Ásia Menor (Turquia atual). Os conflitos e desentendimentos entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasiona as famosas Guerras Médicas (492 a.C. a 448 a.C.), onde os gregos saem vitoriosos.
Esparta e Atenas envolvem-se na Guerra do Peloponeso (431 a.C. a 404 a.C.), vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas são dominadas e controladas pelos Macedônios. 
Economia da Grécia Antiga 
A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande a aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinha sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protetores.
Cultura e religião 
Foi na Grécia Antiga, na cidade de Olímpia, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Os gregos também desenvolveram uma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período.
A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. Poesia, a história , artes plásticas e a arquitetura foram muito importantes na cultura grega.
A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os deuses possuíam características humanas e de deuses. Os heróis gregos(semideuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Deméter (deusa das colheitas), Hermes (mensageiro dos deuses) entre outros. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas os gregos transmitiam mensagens e ensinamentos importantes.
Os gregos costumavam também consultar os deuses no oráculo de Delfos. Acreditavam que neste local sagrado, os deuses ficavam orientando sobre questões importantes da vida cotidiana e desvendando os fatos que poderiam acontecer no futuro.
Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas. As decisões políticas, principalmente em Atenas, cidade onde surgiu a democracia grega, eram tomadas na Ágora (espaço público de debate político). 

Expansão do povo grego (diáspora) 
Por volta dos séculos VII a.C e V a.C. acontecem várias migrações de povos gregos a vários pontos do Mar Mediterrâneo, como consequência  do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundam colônias, na parte sul da Península Itálica e na região da Ásia Menor (Turquia atual). Os conflitos e desentendimentos entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasiona as famosas Guerras Médicas (492 a.C. a 448 a.C.), onde os gregos saem vitoriosos.
Esparta e Atenas envolvem-se na Guerra do Peloponeso (431 a.C. a 404 a.C.), vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas são dominadas e controladas pelos Macedônios. 
Economia da Grécia Antiga 
A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande a aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinha sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protetores.
Cultura e religião 
Foi na Grécia Antiga, na cidade de Olímpia, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Os gregos também desenvolveram uma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período.
A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. Poesia, a história , artes plásticas e a arquitetura foram muito importantes na cultura grega.
A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os deuses possuíam características humanas e de deuses. Os heróis gregos(semideuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Deméter (deusa das colheitas), Hermes (mensageiro dos deuses) entre outros. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas os gregos transmitiam mensagens e ensinamentos importantes.
Os gregos costumavam também consultar os deuses no oráculo de Delfos. Acreditavam que neste local sagrado, os deuses ficavam orientando sobre questões importantes da vida cotidiana e desvendando os fatos que poderiam acontecer no futuro.
Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas. As decisões políticas, principalmente em Atenas, cidade onde surgiu a democracia grega, eram tomadas na Ágora (espaço público de debate político). 

Expansão do povo grego (diáspora) 
Por volta dos séculos VII a.C e V a.C. acontecem várias migrações de povos gregos a vários pontos do Mar Mediterrâneo, como consequência  do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundam colônias, na parte sul da Península Itálica e na região da Ásia Menor (Turquia atual). Os conflitos e desentendimentos entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasiona as famosas Guerras Médicas (492 a.C. a 448 a.C.), onde os gregos saem vitoriosos.
Esparta e Atenas envolvem-se na Guerra do Peloponeso (431 a.C. a 404 a.C.), vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas são dominadas e controladas pelos Macedônios. 
Economia da Grécia Antiga 
A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande a aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinha sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protetores.
Cultura e religião 
Foi na Grécia Antiga, na cidade de Olímpia, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Os gregos também desenvolveram uma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período.
A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. Poesia, a história , artes plásticas e a arquitetura foram muito importantes na cultura grega.
A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os deuses possuíam características humanas e de deuses. Os heróis gregos(semideuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Deméter (deusa das colheitas), Hermes (mensageiro dos deuses) entre outros. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas os gregos transmitiam mensagens e ensinamentos importantes.
Os gregos costumavam também consultar os deuses no oráculo de Delfos. Acreditavam que neste local sagrado, os deuses ficavam orientando sobre questões importantes da vida cotidiana e desvendando os fatos que poderiam acontecer no futuro.
Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas. As decisões políticas, principalmente em Atenas, cidade onde surgiu a democracia grega, eram tomadas na Ágora (espaço público de debate político). 

Expansão do povo grego (diáspora) 
Por volta dos séculos VII a.C e V a.C. acontecem várias migrações de povos gregos a vários pontos do Mar Mediterrâneo, como consequência  do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundam colônias, na parte sul da Península Itálica e na região da Ásia Menor (Turquia atual). Os conflitos e desentendimentos entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasiona as famosas Guerras Médicas (492 a.C. a 448 a.C.), onde os gregos saem vitoriosos.
Esparta e Atenas envolvem-se na Guerra do Peloponeso (431 a.C. a 404 a.C.), vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas são dominadas e controladas pelos Macedônios. 
Economia da Grécia Antiga 
A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande a aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinha sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protetores.
Cultura e religião 
Foi na Grécia Antiga, na cidade de Olímpia, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Os gregos também desenvolveram uma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período.
A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. Poesia, a história , artes plásticas e a arquitetura foram muito importantes na cultura grega.
A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os deuses possuíam características humanas e de deuses. Os heróis gregos(semideuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Deméter (deusa das colheitas), Hermes (mensageiro dos deuses) entre outros. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas os gregos transmitiam mensagens e ensinamentos importantes.
Os gregos costumavam também consultar os deuses no oráculo de Delfos. Acreditavam que neste local sagrado, os deuses ficavam orientando sobre questões importantes da vida cotidiana e desvendando os fatos que poderiam acontecer no futuro.
Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas. As decisões políticas, principalmente em Atenas, cidade onde surgiu a democracia grega, eram tomadas na Ágora (espaço público de debate político). 


Há mais de quatro mil anos, uma região excessivamente acidentada da Península Balcânica passou a abrigar vários povos de descendência indo-europeia. Aqueus, eólios e jônios foram as primeiras populações a formarem cidades autônomas que viviam do desenvolvimento da economia agrícola e do comércio marítimo com as várias outras regiões do Mar Mediterrâneo.

Mal sabiam estes povos que eles seriam os responsáveis pelo desenvolvimento da civilização grega. Ao longo de sua trajetória, os gregos (também chamados de helenos) elaboraram práticas políticas, conceitos estéticos e outros preceitos que ainda se encontram vivos no interior das sociedades ocidentais contemporâneas. Para entendermos esse rico legado, estabelecemos uma divisão fundamental do passado desse importante povo.

No Período Pré-Homérico (XX – XII a.C.), temos o processo de ocupação da Grécia e a formação dos primeiros grandes centros urbanos da região. Nessa época, vale destacar a ascensão da civilização creto-micênica que se desenvolveu graças ao seu movimentado comércio marítimo. Ao fim dessa época, as invasões dóricas foram responsáveis pelo esfacelamento dessa civilização e o retorno às pequenas comunidades agrícolas subsistentes.

Logo em seguida, no Período Homérico (XI – VIII a.C.), as comunidades gentílicas transformam-se nos mais importantes núcleos sociais e econômicos de toda a Grécia. Em cada genos, uma família desenvolvia atividades agrícolas de maneira coletiva e dividiam igualmente as riquezas oriundas de sua força de trabalho. Com o passar do tempo, as limitações das técnicas agrícolas e o incremento populacional ocasionou a dissolução dos genos.

Entre os séculos VIII e VI a.C., na Fase Arcaica da Grécia Antiga, os genos perderam espaço para uma pequena elite de proprietários de terra. Tendo poder sobre os terrenos mais férteis, as elites de cada região se organizaram em conglomerados demográficos e políticos cada vez maiores. É aqui que temos o nascimento das primeiras cidades-Estado da Grécia Antiga. Paralelamente, os gregos excluídos nesse processo de apropriação das terras passaram a ocupar outras regiões do Mediterrâneo.

No período Clássico, que vai do século V até o IV a.C., a autonomia política das várias cidades-Estado era visivelmente confrontada com o aparecimento de grandes conflitos. Inicialmente, os persas tentaram invadir o território grego ao dispor de um enorme exército. Contudo, a união militar das cidades-Estado possibilitou a vitória dos gregos. Logo depois, as próprias cidades da Grécia Antiga decidiram lutar entre si para saber quem imperaria na Península Balcânica.

O desgaste causado por tantas guerras acabou fazendo de toda a Grécia um alvo fácil para qualquer nação militarmente preparada. A partir do século IV a.C., os macedônios empreenderam as investidas militares que determinaram o fim da autonomia política dos gregos. Esses eventos marcaram o Período Helenístico, que termina no século II a.C., quando os romanos conquistam o território grego.

Ruínas de um teatro grego. 






Países da copa

Irã

Do ponto de vista histórico, o Irã é visto como uma nação fortemente influenciada pela expansão islâmica que marcou o período medieval. De fato, os valores religiosos deste país possuem um grau de penetração que se manifesta em diferentes esferas do cotidiano do povo iraniano. Contudo, a compreensão deste conturbado cenário político não deve somente limitar-se a simples crítica à hegemonia do pensamento islâmico no interior de sua cultura.

Nas primeiras décadas do século XX, o Irã despertou o interesse do mundo Ocidental por causa de suas valiosas reservas petrolíferas. Inicialmente, a interferência no Irã partiu do governo britânico, que tentava preservar seus interesses para com as reservas energéticas da nação islâmica. Contudo, no ano de 1951, a interferência político-econômica estrangeira sofreu um duro golpe quando o primeiro ministro Mohammad Mossadegh nacionalizou a exploração do petróleo em seu país.

Entretanto, dois anos mais tarde, com apoio logístico e militar norte-americano, Mohammad Reza Pahlevi consagrou um governo ditatorial comprometido com os interesses do bloco capitalista. Desfrutando de amplos poderes, esse estadista perseguiu os partidários do movimento nacionalista iraniano e estabeleceu a adoção de práticas, vestimentas e padrões de consumo ocidentais no país. Acuados, os nacionalistas promoveram a manutenção de sua orientação política no interior das mesquitas iranianas.

A fusão entre o discurso nacionalista e a defesa dos ideais religiosos passou a ganhar vigor sob a voz do aiatolá Ruhollah Khomeini. Dessa forma, a defesa da interferência política conservadora do clero iraniano se transformou em uma via de defesa dos interesses nacionais contra a intervenção estrangeira. Exilado no Iraque, Khomeini acabou obrigado a se retirar do país por exigência do ditador Saddam Hussein, então aliado dos norte-americanos.

No início de 1979, uma série de revoltas, protestos e greves anunciavam a insustentabilidade do governo de Reza Pahlevi. Com isso, sob a tutela do aiatolá Khomeini, a chamada Revolução Iraniana alicerçou um Estado conservador, teocrático e contrário à intervenção Ocidental. Nesse contexto transitório, Saddam Hussein promoveu uma guerra que pretendia enfraquecer a influência política dos xiitas e controlar as ricas reservas petrolíferas da nação vizinha.

Após o conflito, que não estabeleceu nenhum tipo de ganho para nenhum dos lados, a tutela religiosa prosseguiu orientando a vida política iraniana. Em 1997, a eleição de Mohammad Khatami representou uma possibilidade de reformas que desmobilizassem os rigores que a cúpula religiosa tinha dentro do Irã. Contudo, não foi possível alcançar as transformações que eram, principalmente, almejadas por mulheres e estudantes.

No ano de 2005, por conta das frustrações vivenciadas no governo Khatami, uma grande evasão de eleitores permitiu que o líder ultraconservador Mahmoud Ahmadinejad vencesse o processo eleitoral. Em seu primeiro mandato, observamos o acirramento das tensões políticas para com os Estados Unidos, a pretensão do desenvolvimento de um programa nuclear e a realização de várias declarações polêmicas contra os regimes ocidentais e o governo de Israel.

Em 2009, um novo pleito estabeleceu a disputa entre Mahmoud Ahmadinejad e Mir Hossein Mousavi, que teria uma política de pretensões liberais. Apesar das pesquisas que sugeriam uma acirrada disputa, o processo eletivo acabou apontando uma vitória esmagadora de Ahmadinejad, detentor de mais de 60 % dos votos contabilizados. Com isso, vários protestos e denúncias sugerem a ilegalidade do processo eletivo iraniano, que foi ratificado pelo aiatolá Ali Khamenei, Líder Supremo do país.

DADOS PRINCIPAIS:
Área1.648.196 km²
CapitalTeerã
População: 74,2 milhões (estimativa 2009)
Moeda: Rial iraniano 
Nome Oficial
:  República Islâmica do Irã
Nacionalidade: iraniana
Data Nacional11 de fevereiro - Dia da Pátria.
GovernoRepública Presidencialista 
brasão de armas do Irã Brasão de armas do Irã

GEOGRAFIA:
LocalizaçãoOriente Médio (sudoeste da Ásia)
Cidade PrincipaisTeerã, Mashhad, Esfahan, Tabriz e Shiraz.
Densidade Demográfica: 44,9 hab./km2
Fuso Horário: + 6h
DADOS CULTURAIS E SOCIAIS 
População: iranianos 65%, azeris 21%, curdos 5%, árabes 4%, lures 1%, outros 4%.
Idioma
persa (oficial), turco, curdo e árabe.
Religião
islamismo 99,1% (xiitas 93,3%, sunitas 5,8%), bahaísmo 0,6%, cristianismo 0,1%, zoroastrismo 0,1% e judaísmo 0,1%.
IDH: 0,759 (2006)

ECONOMIA:
Produtos Agrícolas: cevada, trigo, beterraba, nozes, tâmara, frutas e cana-de-açúcar
Pecuária: caprinos, aves e ovinos.
Mineração: petróleo, minério de cobre, zinco, gás natural e minério de ferro.
Indústria
extração e refino de petróleo, tecidos, alimentos e equipamentos de transporte.
PIB: US$ 929 bilhões (estimativa 2011)

Renda per capita:  US$ 12.200 (estimativa 2011).
RELAÇÕES INTERNACIONAIS:
Banco Mundial, FMI (Fundo Monetário Internacional), ONU, OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).



 

Países da copa

Bélgica



Desde o período paleolítico inferior a região onde está situado o país é habitado. A Bélgica é herdeira do povo celta, passando a ter sua história contada quando a região foi conquistada por Júlio César.
Na época de Júlio César, a atual Bélgica foi uma confederação batizada de “Belgae”. Depois do controle romano, a região sofreu invasões dos francos no século V, o ápice do domínio dos francos ocorreu durante o reinado de Carlos Magno, nos anos 768 – 814.
Território disputado entre franceses e alemães na Idade Média, nos séculos XIV e XV, a região foi dominada pelos duques de Borgonha, posteriormente pelo império de Hasburgo, pelo império espanhol e, em 1713, para as mãos da Áustria.
Na época da dominação espanhola, Amsterdã era a capital das Províncias Unidas, fase que marcou a decadência da monarquia espanhola. Em 1635, durante a guerra dos Trinta Anos, as tropas da Holanda e da França dividiram os Países Baixos que pertenciam à monarquia espanhola.
Depois desse conflito, a Espanha cedeu o domínio da Holanda em 1648, enquanto que a Bélgica e Luxemburgo permanecer sob domínio espanhol.  Em 1830, houve uma insurreição em Bruxelas contra a imposição do idioma holandês em território belga.
A insurreição levou a Revolução de 1830 e a independência da Bélgica, oficializada em 1831, pela Conferência de Londres. A Holanda só reconheceria a independência em 1839. Desde 1831, a Bélgica passou a constituir umamonarquia constitucional com poder legislativo bicameral.
O primeiro rei da Bélgica foi o príncipe Leopoldo de Saxe-Coburgo-Gota, que reinou até 1865, com o nome de Leopoldo I. O rei é o executivo que governa com ministros e representantes da Câmara e do Senado.

Cultura histórica

Na Bélgica, há grande acúmulo de riqueza que serviu de investimentos na arquitetura e nas artes. Há importantes centros históricos nas cidades de Bruges, Bruxelas, Liège, Gent, Namur e Antuérpia.
Nessas cidades há a concentração de igrejas e edificações do período gótico. Na capital, Bruxelas, há 14 museus, entre eles o Museu Real de Arte e História que apresenta diversas coleções de Jan Bruegel, René Magrite, além de tapetes e esculturas do século XVI.
Há um museu a céu aberto, o Grand Place, segundo a Unesco, um patrimônio da humanidade. No local, o visitante pode observar 34 prédios medievais, do período renascentista e do século XVIII.  Há os prédios da Casa do Rei, a Casa dos Duques de Brabante e a prefeitura, cuja edificação é de 1402.

A Bélgica é um país europeu localizado no hemisfério norte oriental. Seu território limita-se ao norte com a Holanda e o Mar do Norte; a oeste, com Alemanha; a sudeste, com Luxemburgo; e ao sul, com a França.

Bruxelas, capital da Bélgica.

O país ocupa uma área territorial de 30 519 km², onde vivem cerca de 10,7 milhões de habitantes. A superfície do território belga apresenta três características físicas básicas, sendo a planície costeira, localizada a noroeste do país; o planalto central, situado no interior; e as ardenas, localizada no sudeste. O país possui dois importantes rios, são eles: Escalda e Mosa. A região é influenciada pelo clima do tipo temperado, apresenta temperaturas médias de 25°C no verão e de 7°C no inverno.

Esse país possui um elevado índice de industrialização e exerce um papel importante na União Europeia. A economia do país é bastante diversificada, sendo que os setores que mais se destacam são: metalurgia, medicamentos, eletrônicos, têxtil, fabricação de vidros, chocolates, diamantes, móveis. Além da agricultura, que se destaca na produção de frutas, como uva, ameixa e morangos.
Na Bélgica são falados três idiomas: o neerlandês, o francês e o alemão.
DADOS PRINCIPAIS:
Área: 30.528 km2
CapitalBruxelas
População: 10,4 milhões de habitantes (estimativa julho de 2012)
Moeda:  Euro
Nome Oficial
:  Reino da Bélgica
Nacionalidade: belga
Data Nacional: 21 de julho (Dia da Pátria)
Divisão administrativa: 3 regiões subdivididas em províncias
GovernoMonarquia parlamentaristaPrimeiro-ministroElio Di Rupo
Brasão Bélgica Brasão de armas da Bélgica

GEOGRAFIA DA BÉLGICA:
Localização: oeste da Europa
Cidade Principais: Bruxelas, Antuérpia, Gent, Charleroi e Liège.
Densidade Demográfica 340 hab./km2
Fuso Horário: + 4h
Clima: temperado
DADOS CULTURAIS E SOCIAIS 
População (grupos étnicos): flamengos 55%, valões 33%, europeus meridionais 12%
Idioma
francês e flamengo (oficiais), alemão.
Religião
cristianismo 90,4% (católicos 90%, protestantes 0,4%), islamismo 1,1%, sem filiação e ateísmo 7,5%, outras 1%.
IDH: 0,897 (Pnud 2012) - muito elevado
Expectativa de vida: 79,6 anos
Taxa de analfabetismo: 1% da população


ECONOMIA:
Produtos Agrícolas:  beterraba, batata, trigo, milho e outros cereais.
Pecuáriabovinos, suínos, aves
Mineraçãoareia, cascalho, pedras
Indústria
metalúrgica, máquinas, equipamentos elétricos e eletrônicos, química, alimentícia.
PIB:
 US$ 419,6 bilhões (estimativa 2012)
PIB per capita:
 US$ 38.100 (estimativa 2012)
RELAÇÕES INTERNACIONAIS:
- Faz parte da BENELUX (junto com Holanda e Luxemburgo), União Europeia, ONU, OMC, OTAN, OCDE, Banco Mundial e FMI.